sexta-feira, 17 de junho de 2011

MAPA MENTAL

({{Information |Description= Mapa mental do TCP/IP |Source= Trabalho próprio |Date= 13/11/2007 |Author= Daniel Lopes |Permission= |other_versions= }} )

Mapa mental, ou mapa da mente[1] é o nome dado para um tipo de diagrama, sistematizado pelo inglês Tony Buzan, voltado para a gestão de informações, de conhecimento e de capital intelectual; para a compreensão e solução de problemas; na memorização e aprendizado; na criação de manuais, livros e palestras; como ferramenta de brainstorming (tempestade de ideias); e no auxílio da gestão estratégica de uma empresa ou negócio.

O método

Os desenhos feitos em um mapa mental partem de um único centro, a partir do qual são irradiadas as informações relacionadas. Podem ser elaborados por meio de canetas coloridas sobre folhas de papel ou um programa de computadordedicado. Pode ser aplicado a qualquer tarefa, atividade, profissional, ou lazer, de modo individual ou em grupo para planejar qualquer tipo de evento. Trata-se de um método para planejamento e registro gráfico cada vez mais usado em todas as áreas de conhecimento humano.


O sistema de diagrama dos mapas mentais funciona como uma representação gráfica das idéias que se organizam em torno de um determinado foco.[2] Os mapas mentais funcionam exatamente como o cérebro, segundo Buzan.[carece de fontes] Quando um mapa mental é elaborado, cada parte do mapa é associada com o restante, criando conexões entre cada conceito.


Na América do Sul, Viviani Bovo e Walther Hermann tratam da aplicação das técnicas gráficas de gerenciamento de informações, ao aprendizado, à expansão da criatividade e à criação de conhecimentos. Grupos de estudo têm se formado pelo mundo, geralmente ligados ao Centro Buzan, para estudar e compreender o sistema de mapas mentais. Por outro lado, o motivador Aldo Novak considera que o sistema de gestão gráfica é ideal para aplicações na organização pessoal, profissional e corporativa.[3]


No Brasil o tema de MAPAS MENTAIS E MEMORIZAÇÃO tem sido abordados pelos autores Felipe Lima e William Douglas [4], na obra MAPAS MENTAIS E MEMORIZAÇÃO PARA PROVAS E CONCURSOS [5], onde o método dos mapas mentais, além de outras técnicas mnemônicas são explanadas de forma prática. Os mapas mentais, se aplicados de forma correta, tem a capacidade de permitir que os alunos estudem de forma bastante eficiente e com a possibilidade de lembrar-se de 100%, de tudo, do que foi estudado e transcrito em forma de mapas.


Mapas mentais são úteis não apenas para "decorar matéria", mas para registrar de forma inteligente e que permita revisões ultra rápidas, os assuntos compreendidos em forma de resumos, que sintetizam o entendimento das matérias.

Recursos


O uso de programas de computador para geração dos mapas mentais é visto com reservas por parte dos especialistas, embora muitos os defendam. Aldo Novak, autor de A Única Diferença[carece de fontes], enfatiza que os mapas a serem usados para aprender devem ser feitos sempre à mão, com canetas coloridas e papel, enquanto os mapas usados para ensinar (ou transferir informações) devem ser feitos com programas especiais. Alguns autores, como Novak, comparam os mapas mentais que atualmente são feitos a uma ferramenta de trabalho que foi usada por Leonardo Da Vinci, e que utilizava gráficos e um alfabeto visual.


Mapas mentais são, aparentemente, semelhantes aos mapas conceituais. Contudo, os mapas conceituais são estruturados com base em relações entre conceitos, explicitadas por frases de ligação, formando proposições, as quais são passíveis de análise lógica.


Ver também